| 07:00 |
|
Saída de Porto Alegre |
| 07:15 |
|
Posto Ipiranga em frente ao Laçador |
| 08:00 |
|
Novo Hamburgo - Posto Sapatão BR101, passando
viaduto que entra para Estância Velha |
| 09:00 |
|
Nova Petrópolis |
| 10:00 |
|
Gramado/Canela |
| 11:30 |
|
São Francisco de Paula |
| Parada para almoço |
| 14:30 |
|
Saída em direção à
Rota do Sol |
| 16:00 |
|
Terra de Areia/Arroio Teixeira |
| 17:30 |
|
Imbé |
| Parada na casa do Presidente
do Motocluners |
| 18:00 |
|
Saída em direção a Porto
Alegre |
| 19:00 |
|
Chegada em Porto Alegre |
II PASSEIO DO MOTOCLUNERS –
30/10/05
Veja as fotos...
Participantes:
Aristeu e sua namorada Karin, com uma Shadow 600;
Carlos e Tatiana, com uma Falcon 400 cor de prata;
Pietro com uma CBR 1000, e Simone com uma Twister Prateada;
Salvador, que ainda não assinou ficha, mas já
o consideramos o mais novo associado com sua Falcon
400 verde e preta, novinha em folha.
Eu, desta vez, fui como apoio dirigindo o velho Clio
1.0.
Como combinado, às 7 horas saímos da
sede da UNIMED/RS. Aristeu, Carlos e eu. Ponto alto
foi a presença do Anele, que desde às
6h30min estava na sede para dar força aos participantes.
Obrigada pelo carinho. Certamente, contaremos contigo
para um próximo passeio.
No posto do Laçador, aguardamos o Pietro, a
Simone e o Salvador, que logo chegaram. Tanques cheios
e odômetros zerados, partimos com aquele céu
nublado, dentro do nosso olhar cheio de esperanças
de que seria um grande dia.
Por telefone, soubemos que o Pilla e o Brandt que se
juntariam a nós em Novo Hamburgo não mais
viriam, por motivos de força maior. Faleceu uma
pessoa da família da esposa do Pilla. A ele,
sua esposa e familiares, nossos sentimentos. Um dia
voltaremos a rever nossos entes queridos na estância
grande do céu.
Partimos, então, rumo a Gramado e Canela, passando
por São Leopoldo, Novo Hamburgo, Dois Irmãos,
Morro Reuter e Nova Petrópolis. O trajeto foi
vencido sem problemas, a não ser, a “pitoresca”
queda da Twister 250 da Simone. Próximo à
tenda do Umbú, onde paramos para um cafezinho,
aguardávamos o Carlos, que esperava pela Tati,
que começou e terminou a viagem pipizando.
Ao estacionar o Clio, olhei pelo retrovisor e vi a
Twister literalmente deitada no passeio. Penso que a
Simone, ao descer da moto, o fez pela direita, quando
o descanso lateral está à esquerda. E
aí a Moto beijou o cimento. Sem seqüelas,
continuamos. Nas curvas da subida, as motos desenhavam
seu balé sinuoso, pendendo ora para a esquerda,
ora para a direita. Passando por Nova Petrópolis,
chegamos a Gramado. Fazia Frio. O sol teimava em não
aparecer. De Gramado até Canela, foi um pulo.
Lá, abastecemos. Uma foto na praça da
igreja e largada para São Francisco de Paula.
Passava das 10h30min e o sol continuava brincando de
esconde-esconde. Chegamos em São Chico às
11h30min. A topografia mudara. De montes e vales, passamos
a contemplar os campos de cima da serra.
O Pietro exigiu que parássemos, repentinamente.
Mais aliviado, nosso piloto subiu na CBR e seguimos
em direção a Tainhas. Eram mais 32 Km.
Antes do cruzamento com a Rota do Sol (RS 486), paramos
para almoçar. Era um daqueles restaurantes de
beira de estrada. O buffet razoavelmente bem diversificado,
satisfez a todos, até porque, quando se tem fome,
não podemos ser exigentes.
Ao retornarmos para pegar novamente a estrada, quem
diz que o “carro de apoio” ligava o motor.
PANE TOTAL! Ao acionar a ignição, nada
acontecia. Teria a bateria pifado? Imaginem, num domingo
à tarde, sair atrás de um mecânico
em TAINHAS. Ao empurrar o carro para que pegasse no
“tranco”, nada ocorreu. A pane seria eletroeletrônica,
e aí o furo era mais embaixo. Rezei. Nova tentativa
e... como por milagre, o motor funcionou normalmente,
como se nada tivesse ocorrido.
De volta ao asfalto, seriam mais 60 km de declive até
a BR 101, ao nível do mar. O pior trecho, em
compensação, a mais bela vista. A Rota
do Sol ainda está por ser concluída. Pedras,
buracos e máquinas trabalhando. A descida foi
lenta, o que permitiu que contemplássemos a beleza
do CANION.
As trail se deram bem, mas a Twister e principalmente
a CBR 1000 padeceram. Não era o chão delas,
mas seus condutores souberam com firmeza vencer cada
pedaço desse mau caminho.
Compensou a paisagem que certamente ficará registrada
na retina de todos nós, por muito tempo.
Eram 15 horas quando chegamos na BR 101. No primeiro
posto, parada obrigatória para encher alguns
tanques e esvaziar outros. Mais 20 km, abandonamos a
101 no acesso para Capão da Canoa e ingressamos
na RS 389 conhecida por Estrada do Mar. Por ela até
a RS 040 que nos levaria a Imbé. Lá nos
esperavam com o chá da tarde; bem ao estilo britânico,
acompanhado com torta de bananas, feita pela Dna. Teresinha,
caseira que cuida da morada do Dr. Barison, naquele
balneário.
Às 16 horas, entramos no pátio, recepcionados
pela ASTRID, uma linda cadelinha Llasa Apso.
Barriga cheia e bexiga vazia, partimos para a última
etapa da turnée. Passando por Tramandaí,
atingimos Osório pela RS 030 e desembocamos na
RS 290, a nossa Free Way, em direção à
capital.
Às 18h30min chegamos no Posto do Laçador,
quando os odômetros marcavam 455 Km rodados.
O Domingo que começou cinzento, foi muito bem
aproveitado. Moral: muitas vezes deixamos de viver grandes
emoções por medo do desconhecido que nunca
vem.
Nossos agradecimentos aos valentes participantes.
Às mulheres companheiras Tatiana, Karin e à
Simone, brava piloto, nossa homenagem.
Dr. Belmir B. Barison
Presidente
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